Linha EMS - Sensor Magnético Eletrônico
O sensor eletrônico EMS detecta magneticamente a posição do pistão em cilindros pneumáticos. Possui saída de 2 fios, resposta de até 1.000 Hz e alimentação de 10 a 28 V DC. Está disponível nas geometrias G e H, com cabos diretos ou conectores M8 e M12.
O Sensor EMS é um sensor magnético eletrônico de estado sólido desenvolvido para identificar a posição do pistão em cilindros pneumáticos. Quando o ímã incorporado ao pistão passa pela região de detecção, o sensor comuta o sinal elétrico e informa ao sistema de controle que o cilindro alcançou a posição monitorada.
A série está disponível nas configurações EMSG e EMSH, que possuem diferentes formatos de seção para instalação nas ranhuras compatíveis dos cilindros. Seu corpo compacto permite utilização em cilindros de cursos curtos ou longos, proporcionando flexibilidade na definição dos pontos de avanço, retorno ou posições intermediárias.
Com frequência de comutação de até 1.000 Hz, o EMS oferece resposta rápida para máquinas automatizadas e processos com ciclos elevados. A saída eletrônica de 2 fios opera com alimentação de 10 a 28 V DC e corrente de comutação entre 2,5 e 100 mA, facilitando sua integração com controladores, relés e outros dispositivos de automação compatíveis.
A versão convencional possui grau de proteção IP64. Para aplicações mais exigentes, a configuração EMS-RW oferece proteção IP68 e cabo resistente à água, óleo e flexões repetitivas. Essa versão é indicada para manipuladores, sistemas com esteiras porta-cabos e equipamentos sujeitos à movimentação frequente do cabeamento. O raio mínimo de curvatura recomendado para o cabo EMS-RW é de 19 mm.
O sensor pode ser fornecido com cabo direto de 2, 3, 5 ou 10 metros. Também existem configurações com conectores M8 ou M12 e cabos de 0,5, 1, 2 ou 3 metros. As opções com conectores M8 e M12 não estão disponíveis na versão RW, conforme a limitação indicada pelo fabricante.
A série incorpora proteção contra inversão de polaridade e surtos elétricos, além de suportar impactos de até 30 G. Durante a instalação, o sensor deve ser inserido na ranhura e posicionado no ponto correto de detecção, com torque de aperto entre 0,15 e 0,2 Nm. O parafuso não deve ultrapassar a parte inferior do sensor.
Para preservar o cabo, deve-se evitar tração, torção e dobramentos excessivos, especialmente em aplicações móveis. O cabo também não deve acompanhar diretamente o movimento do cilindro nem ser instalado junto a linhas de alta tensão. A escolha entre EMSG e EMSH deve considerar o modelo do cilindro e o perfil de ranhura disponível para montagem.
- Detecção sem contato
- Resposta rápida
- Instalação compacta
- Alta flexibilidade
- Proteção elétrica
- Versão IP68
| Tipo de sensor | Eletrônico de estado sólido |
| Princípio de detecção | Magnético |
| Configurações | EMSG e EMSH |
| Tipo de saída | 2 fios |
| Tensão de alimentação | 10 a 28 V DC |
| Corrente de comutação | 2,5 a 100 mA |
| Capacidade de contato | Máximo de 2,8 W |
| Frequência de comutação | 1.000 Hz |
| Queda interna de tensão | Máximo de 3,5 V |
| Corrente de fuga | Máximo de 0,06 mA |
| Temperatura de operação | -10 a 70 °C |
| Resistência a impacto | 30 G |
| Grau de proteção geral | IP64 |
| Grau de proteção da versão RW | IP68 |
| Proteções elétricas | Polaridade reversa e surtos |
| Conformidade | CE e RoHS |
| Cabos diretos | 2, 3, 5 ou 10 metros |
| Conectores disponíveis | M8 ou M12 |
Passo
Passo