Dúvidas frequentes
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Os tubos pneumáticos são identificados pelo diâmetro externo. Utilize um paquímetro e meça de uma extremidade externa à outra, sem pressionar ou deformar o tubo. Uma medida próxima de 6 mm, por exemplo, indica um tubo de 6 mm, que deve ser conectado a uma conexão compatível com esse mesmo diâmetro externo. Também devem ser verificados o material, a pressão, a temperatura e o raio mínimo de curvatura.
Meça o diâmetro externo da rosca com um paquímetro e, sempre que possível, utilize um calibrador para conferir o passo. Também é necessário identificar se a rosca é paralela ou cônica. Roscas G são paralelas, enquanto PT/R e NPT são cônicas, mas possuem padrões diferentes. Como diâmetros visualmente semelhantes podem ter passos e perfis incompatíveis, consulte a tabela técnica antes da montagem.
Despressurize o sistema, corte o tubo em 90°, elimine rebarbas e verifique se a superfície está limpa e sem deformações. Empurre o tubo até o final da conexão e faça uma leve tração para confirmar o travamento. Para remover, mantenha o anel de liberação pressionado e puxe o tubo sem movimentos laterais excessivos.
O dimensionamento depende da força necessária, pressão disponível, sentido do movimento, velocidade, curso, posição de montagem e características da carga. A força teórica é calculada pela pressão multiplicada pela área útil do pistão, mas a seleção deve considerar perdas, atrito e uma margem de segurança. Em aplicações com cargas laterais, altas velocidades ou grande precisão, também pode ser necessário utilizar um cilindro guiado.
A válvula 3/2 possui três vias e duas posições, sendo normalmente utilizada com cilindros de simples ação, sopro ou geração de sinais pneumáticos. A válvula 5/2 possui cinco vias e duas posições e é indicada principalmente para cilindros de dupla ação. A válvula 5/3 acrescenta uma posição central, que pode manter, pressurizar ou descarregar as saídas, dependendo da configuração escolhida.
Essa indicação descreve a condição da válvula quando ela não está acionada. Em uma válvula normalmente fechada, a passagem de alimentação permanece bloqueada em repouso. Em uma válvula normalmente aberta, o fluido pode passar enquanto não houver acionamento. A escolha depende do comportamento de segurança desejado para a máquina em caso de desligamento.
O conjunto FRL prepara o ar comprimido antes que ele chegue aos componentes pneumáticos. O filtro retém partículas e condensados, o regulador controla a pressão e o lubrificador adiciona óleo ao ar quando a aplicação exige. A escolha deve considerar vazão, pressão de trabalho, grau de filtragem, tamanho das conexões e necessidade ou não de lubrificação.
Não. Muitos componentes AirTAC são fornecidos com lubrificação adequada para operação normal e não exigem adição contínua de óleo. Quando a lubrificação por névoa for iniciada em um componente que a admite, ela deverá ser mantida continuamente e com o lubrificante recomendado. Sempre confirme essa condição no catálogo da série utilizada.
O ar deve estar limpo, sem excesso de umidade e dentro dos limites de pressão e temperatura especificados para cada produto. Diversos componentes AirTAC recomendam filtragem de 40 μm ou mais fina. A preparação correta do ar reduz vazamentos, travamentos, desgaste prematuro e paradas inesperadas do equipamento.
Sim, desde que as características técnicas sejam comparadas corretamente. A conversão de códigos é uma referência inicial e deve ser confirmada considerando função, dimensões, rosca, vazão, pressão, tensão elétrica, montagem e condições de operação. A equipe AirTAC pode apoiar essa análise e indicar a alternativa mais adequada para a aplicação.